segunda-feira, 9 de abril de 2012

antíteses...

É madrugada e minha mente perturbada se inquieta pela mesmice diurna. Rolo em sonhos inacabados com almas flutuantes e esfinges grotescas, sem remediações, às vezes claro, às vezes escuro, constantemente construído de antíteses... Então abruptamente o cerco me fecha, respiro profundamente cantarolando alguma música infernal, qual a letra dedilho pouco, o despertador toca, abro os olhos, acabo sorrindo mediocremente tendo a certeza de que me restarão as próximas sombras.

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